domingo, 28 de outubro de 2007

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Terceiro Setor

fonte - foto: www.ambientebrasil.com.br
postado por: Mariana

O Terceiro Setor

O Terceiro Setor é constituído por organizações sem fins lucrativos e não governamentais, que tem como objetivo, gerar serviços de caráter público.
Este setor é designado pela prática de valores que motivam as pessoas a buscarem melhoras nas suas vidas e nas vidas de outras pessoas.
Recebem apoio de voluntários, que têm iniciativas beneficientes.
A importância do Terceiro Setor é grande, porque várias mudanças e inovações sociais significativas atualmente, foram obtidas graças à criação dessas organizações.

autor - texto:Mariana
postado por: Mariana

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

postado por Leticia



A PAZ NO MUNDO!!!

A paz no mundo começa dentro de mim,
Quando me aceito, de corpo e alma,
E reconheço meus defeitos, com paciência e calma,
E em vez de me fragmentar em mil pedaços,
Eu me coloco inteiro no que penso, sinto e faço,
Passageiro no tempo e no espaço,
Sem nada para levar que possa me prender,
Sem medo de errar E com muita vontade de aprender.
A paz no mundo começa entre nós,
Quando eu aceito o teu modo de ser.
Sem me opor ou resistir
E reconheço tuas virtudes
Sem te invejar ou me retrair E faço das nossas diferenças
A base de nossa convivência.
E, em lugar de te dividir em mil personagens, consigo ver-te inteiro, nu, real,
Sem nenhuma maquilagem,
Companheiros da mesma viagem
No processo de aprendizagem do que é ser gente.
A paz no mundo começa quando as palavras se calam
E os gestos se multiplicam,
Quando se reprime a vergonha E se expressa a ternura,
Quando se repudia a doença e se enaltece a cura
Quando se combate a normalidade que virou loucura
E se estimula o desejo de melhorar a humanidade,
De construir uma outra sociedade,
Com base numa outra relação...
Uma relação em que amar é a regra, E não mais a exceção.

Postado por:Emilaynne
Autor,desconhecido





quarta-feira, 24 de outubro de 2007


paz no mundo!!

Mas, nas circunstâncias actuais, pode-se falar de justiça e, ao mesmo tempo, de perdão como fontes e condições da paz? A minha resposta é que se pode e se deve falar, apesar da dificuldade que o assunto traz consigo, e da tendência que há a conceber a justiça e o perdão em termos alternativos. Mas o perdão opõe-se ao rancor e à vingança, não à justiça. Na realidade, a verdadeira paz é « obra da justiça » (Is 32, 17). Como afirmou o Concílio Vaticano II, a paz é « fruto da ordem que o divino Criador estabeleceu para a sociedade humana, e que deve ser realizada pelos homens, sempre anelantes por uma mais perfeita justiça » (Const. past. Gaudium et spes, 78).
Há mais de quinze séculos que na Igreja Católica ressoa o ensinamento de Agostinho de Hipona, segundo o qual a paz, a ser conseguida com a colaboração de todos, consiste na tranquillitas ordinis, na tranquilidade da ordem (cf. De civitate Dei, 19, 13).
Por isso, a verdadeira paz é fruto da justiça, virtude moral e garantia legal que vela sobre o pleno respeito de direitos e deveres e a equitativa distribuição de benefícios e encargos. Mas, como a justiça humana é sempre frágil e imperfeita, porque exposta como tal às limitações e aos egoísmos pessoais e de grupo, ela deve ser exercida e de certa maneira completada com o perdão que cura as feridas e restabelece em profundidade as relações humanas transtornadas. Isto vale tanto para as tensões entre os indivíduos, como para as que se verificam em âmbito mais alargado e mesmo as internacionais. O perdão não se opõe de modo algum à justiça, porque não consiste em diferir as legítimas exigências de reparação da ordem violada; mas visa sobretudo aquela plenitude de justiça que gera a tranquilidade da ordem, a qual é bem mais do que uma frágil e provisória cessação das hostilidades, porque consiste na cura em profundidade das feridas que sangram nos corações. Para tal cura, ambas, justiça e perdão, são essenciais.
Estas são as duas dimensões da paz que desejo analisar nesta mensagem. O seu Dia Mundial oferece este ano, a toda a humanidade e de modo particular aos Chefes das Nações, a oportunidade de reflectir sobre as exigências da justiça e sobre o apelo ao perdão diante dos graves problemas que continuam a afligir o mundo, dos quais, não por último, o novo nível de violência introduzido pelo terrorismo organizado.