quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Preconceito Racial??Tá por fora!

http://renaseveados.weblog.com.pt/arquivo/children_on_potties_big.jpg Creio que todos nós somos preconceituosos e recebemos preconceitos de outros em menor ou maior grau dependendo do assunto. Eles estão presentes no nosso cotidiano e se manifestam das mais diferentes maneiras: seja por causa da raça, da condição sócio-econômica, da religião, questões culturais, aparência física, sexualidade, por ter um gosto diferente ou por quaisquer outros motivos.Não somos perfeitos, isso não compete a nós. Somente com um maior entendimento de nós mesmos, podemos perceber que muitos dos preconceitos que sofremos estão em nós mesmos e dessa forma podemos lidar melhor com isso.Respeitar o semelhante e compreender que cada pessoa é diferente também diminui o preconceito. Respeito às diferenças e amor ao próximo, essas são as palavras de uma convivência mais harmoniosa entre as pessoas.
"O ser humano é dotado de raciocínio. Tem a capacidade de armazenar informações, cruzá-las, analisá-las e formular opiniões. Conceitos.O ser humano é coletivo. Necessita da convivência com o próximo. Necessita saber que pode contar com alguém.O ser humano é heterogêneo. Possui suas individualidades físicas, emocionais, espirituais e intelectuais. E são justamente estas que formam esse alguém, o indivíduo, você.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

O que é preconceito e a origem dos preconceitos

O que é preconceito e a origem dos preconceitos
A complexidade da real origem dos preconceitos é uma das grandes dificuldades que o ser humano enfrenta para entender como respeitar e amar o próximo de forma objetiva e sensata.
Embora esse assunto ainda seja pouco comentado, os preconceitos podem ser divididos em dois segmentos: um segmento é maléfico à sociedade e o outro benéfico. O segmento maléfico é constituído de preconceitos que resultam em injustiças, e que são baseados unicamente nas aparências e na empatia. Já o segmento benéfico é constituído de preconceitos que estabelecem a prudência e são baseados em estatísticas reais, nos ensinamentos de Deus ou no instinto humano de autoproteção. Em geral, os preconceitos benéficos são contra doenças contagiosas, imoralidades, comportamentos degradantes, pessoas violentas, drogados, bêbados, más companhias, etc. Na verdade, é muito difícil definir o limite correto entre preconceito maléfico e preconceito benéfico. Por isso, a liberdade de interpretação pessoal deveria ser sempre respeitada.
É importante entendermos, também, que cultivar o amor ao próximo não significa exterminar preconceitos. Tentar destruir preconceitos à força é cultivar o paganismo e deixar entrar todo tipo de sujeira comportamental na nossa sociedade. No paganismo, (atualmente disfarçado sob o título de “pluralismo” e “laicismo”) tudo é permitido e nada é considerado errado.
Na década de 90, supostos defensores de direitos humanos (agindo como defensores de “anomalias humanas”) deformaram a palavra preconceito, a palavra amor, a palavra cultura e várias outras. Parece que a intenção era confundir o significado destas palavras e abrir caminho para oficializar práticas pagãs na sociedade brasileira. De fato, nos anos seguintes constatamos o aumento do homossexualismo, do feminismo, da infidelidade conjugal, dos rituais satânicos em diversas regiões, da prostituição em diversos níveis e de outros comportamentos degradantes e imorais “justificados” como festivos e culturais.
Infelizmente, uma parte da mídia vem usando uma máscara de amor ao próximo para condenar as discriminações de caráter preventivo e apregoar a indiscriminação total e generalizada. Essas pessoas, de ideais utópicos e estranhos, têm atribuído conotações exclusivamente pejorativas, à palavra preconceito, para desmoralizá-la e destruir seu efeito preventivo (o lado benéfico). No fundo, querem semear “ervas daninhas” em nosso meio e contaminar a nação com hábitos idólatras e pagãos.
Ao contrário do que tais pessoas têm apregoado, tudo o que não devemos fazer, nesta área, é praticar a discriminação injusta e precipitada, contra o nosso próximo, seja ele quem for ou quem quer que aparente ser. No entanto, fazer uso de conceitos concebidos de maneira prévia, porém comprovados estatisticamente ou orientados por Deus (através da Bíblia), é um direito legítimo porque faz parte do nosso sistema de defesa; todo cidadão deve ter a liberdade e o direito de fazê-lo sempre que achar necessário.

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A estrutura biológica humana também faz uso de preconceitos (de anticorpos) para se defender de vírus e bactérias caracterizados como nocivos. Em geral, os anticorpos repudiam tais invasores antes que se multipliquem e contaminem todo o corpo (um efeito preventivo de origem natural). A medicina avançada também produz vacinas artificiais para desenvolver preconceitos biológicos (do sarampo, da poliomielite, do tétano e de várias outras doenças consideradas infecto-contagiosas). O objetivo é deixar o sistema imunológico preparado para quando o vírus nocivo chegar, o corpo, já vacinado (previamente avisado), esteja prevenido e se defenda antes que o vírus se multiplique e cause maiores problemas. Portanto, o preconceito por si só não é sinônimo de sub­desenvolvimento. Na verdade, quando bem usado é sinônimo de prevenção e de prudência. A maioria dos povos civilizados e prósperos desenvolveu-se fazendo separação entre o certo e o errado e o bem e o mal. E, o preconceito, quando fundamentado em experiências reais ou nos ensinamentos de Deus, é um método preventivo que se antecipa ao erro e ao mal evitando a disseminação de maus hábitos e a conseqüente destruição da sociedade.
Se desejamos combater o preconceito injusto e a discriminação indevida, a solução não é impor igualdade mascarada e fictícia por intermédio de leis. A solução é admitir e esclarecer as diferenças, as aparências e as realidades para que o sistema de defesa humano as compreenda e não rejeite o que for normal e saudável. Tentar impor qualquer tipo de igualdade, por força de lei, é semear a falsidade, a hipocrisia, o desrespeito e, por conseqüência, a violência. Amar, não é simples­mente compreender, tolerar e querer bem ao próximo. Amar o próximo é também ter a coragem de repreendê-lo para que se torne bem-sucedido como ser humano e cidadão.
Já é hora de o brasileiro compreender que a liberdade pacífica, de praticar o justo e fundamentado preconceito (o benéfico), é mais útil a uma nação do que a proibição de usar a intuição humana e o prévio conceito como medida preventiva. Só as pessoas inconseqüentes, ou muito inocentes, é que entendem que devemos considerar todo mundo em igualdade absoluta e irrestrita (sejam sadios, doentes, crianças, homens, mulheres, gays, lésbicas, estupradores, prostitutas, gente de bem, ladrões, aidéticos, etc.). No entanto, as pessoas sensatas e equilibradas, que se preocupam com o futuro da humanidade e que sabem dosar o amor com a disciplina, enxergam a necessidade da moderação nestas questões. Na verdade, precisamos respeitar o comportamento de cada pessoa segundo seu merecimento individual. Temos que levar em conta o risco de boa ou de má influência que cada pessoa ofereça.

O enterro do preconceito


Preconceito


A palavra “preconceito” tem como significado uma opinião ou um conceito formados por antecipação, geralmente com precipitação, destituídos de análise mais profunda ou conhecimento de determinado assunto, sem levar em consideração suficientes argumentos contrários e favoráveis, sem o devido cotejo entre os múltiplos aspectos que incidem sobre os fatos, por conseguinte, sem a suficiente e necessária reflexão.
O preconceito está geralmente relacionado com a ignorância, aqui vista como a ausência de conhecimento acerca de determinado assunto. Invariavelmente se encontra acompanhada da teimosia, que é sua escrava fiel.
Muitos dos conceitos que hoje assumimos como nossos, de nossa autoria ou simples concordância, nos foram na realidade legados através de confortáveis estereótipos transmitidos de geração em geração, muitas vezes sem justificativa plausível que os ampare como legitimas ou verdadeiros.
Nesse sentido, cabe a cada cidadão arguir, duvidar desconfiar, a todo instante, contestar as fórmulas prontas, os rótulos, as receitas acabadas, não apenas com o objetivo de buscar as próprias respostas para tudo, mas principalmente para minimamente reconhecer as “verdades” e as “mentiras” que povoam o cotidiano individual,, até para que a eventual “obediência ao sistema”, decorrente do pacto social anteriormente mencionado, se constitua no resultado de uma opção livre, segura, madura e espontânea.
Exercendo a sistemática confrontação das alternativas através da razão, da ponderação, do estudo (que proporciona o conhecimento), da experiência etc., naturalmente pode-se obter resultados significativos em prol do desenvolvimento moral e intelectual de todos e de cada um.
É preciso estar permanentemente preparado para enfrentar o “novo”, aquilo que ainda se desconhece, com o objetivo de melhor se relacionar com o futuro. Para tanto, é fundamental que as pessoas se encontrem desarmadas de idéias preconcebidas, despidas de preconceitos que em nada favorecem esse sempre difícil relacionamento.
Como é bom e confortável tratar com aquilo que já conhecemos, e, via de consequência, dominamos!
Entretanto, o “novo” se impõe a cada instante, Incomoda a quem não está suficientemente preparado para recebê-lo. Destrói aqueles que o rejeitam.
É comum acreditar que o preconceito só existe no “outro”. Apenas o “outro” é preconceituoso, esquecendo-nos de olhar para nós mesmos, ver o quanto de preconceito carregamos junto a nossos valores, até porque a circunstância mais grave dessa problemática é exatamente a de acharmos que nós próprios não possuímos preconceitos.




segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Onde você esconde seu preconceito?


Tem pessoa que escondem no coração, tem pessoas que estão sempre com ele na mente, há aquelas também que nunca te medo de usar. Cada faz com ele alguma coisa, esconde em algum lugar ou simplesmente joga fora.Preconceito é uma forma de autoritarismo social de uma sociedade doente, que na verdade, só serve pra levar a outros problemas, grandes problemas como: discriminação, marginalização e violência.Muitas vezes ele é motivado pelo medo do que é desconhecido.O preconceito é classificado de várias formas: de acordo com o nível de pobreza, de acordo com a diferença cultural, de acordo com a cor da pele, de acordo com a religião entre outros.Quem nunca ouviu ou contou aquelas famosas piadinhas sobre loiras? Ou quem nunca viu (ou já fez isso!) uma pessoa ir para o outro lado da rua porque estava com medo de que a pessoa que estava do seu lado fosse um bandido? nós sempre vemos situações como essa e muitas vezes pensamos que é normal, afinal, sempre foi assim, isso não pode se tornar uma situação normal, o mundo está como está por causa de nossos preconceitos bobos, não aceitar as diferenças das pessoas. Todos querem ser diferentes uns dos outros mas não estão dispostos a aceitar essas diferenças. Se não conseguimos aceitar as diferenças, pra que ser diferente?


Autor do texto: Myrella

Autor da imagem: desconheço autoria

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Preconceito

O preconceito não serve pra quase nada. Ele apenas serve para magoar pessoas e fazer com que pessoas capacitadas percam muitas oportunidades boas... Até de se tornarem "alguém na vida".
E o que estamos fazendo para mudar essa situação ?
Sinceramente, não tenho visto muitas pessoas fazendo grandes coisas para mudar isso, não... O que na verdade, é muito triste de se dizer, porque reclamar que o mundo não vai pra frente, que as pessoas estão a cada dia mais insensíveis, que desse jeito ninguém sabe onde podemos chegar... Ah! Isso todo mundo sabe fazer, não é verdade!?
Mas e na hora de deixarmos o preconceito de lado, colocar todas as coisas em seus devidos lugares, os direitos de cada ser humano... Quando chega a hora de fazer isso, uma dificuldade tão grande surge de um lugar que... Bom, é desconhecido por mim.
Gente, se cada um não deixar esse fardo tão pesado e que só serve pra atrapalhar nossas vidas pra trás, vai ficar muito difícil. Porque em uma sociedade é necessário que exista respeito. E com isso, não estou eu te pedindo para concordar com coisas que você não acha correto. Não é pra você deixar seus valores de lado. Eu quero pedir RESPEITO !
Respeito é fundamental. Porque sem ele, as pessoas acabam se desentendendo a todo momento.
Pense que você poderia muito bem estar na pele de uma dessas pessoas que você taxa como inferior... E que, com certeza, você não ia estar gostando nem um pouquinho de passar por tudo que eles passam.
PENSE NISSO ! ... Com seriedade. Pensando em como você quer que o mundo seja daqui a algum tempo. Não espere mais ! Está na hora de NÓS fazermos a diferença!

Texto : Mariana Borges
Postado por : Mariana

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

PRECONCEITO - o que seria ?


É a tendência do pensamento, ou modo de pensar em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas distintas.
Qualquer teoria que afirma ou se baseia na hipótese da validade científica do conceito de raça e da pertinência deste para o estudo dos fenômenos humanos.
Qualquer teoria ou doutrina que considera que as características culturais humanas são determinadas hereditariamente, pressupondo a existência de algum tipo de correlação entre as características ditas "raciais" (isto é, físicas e morfológicas) e aquelas culturais (inclusive atributos mentais, morais, etc.) dos indivíduos, grupos sociais ou populações.
Qualquer doutrina que sustenta a superioridade biológica, cultural e/ou moral de determinada raça, ou de determinada população, povo ou grupo social considerado como raça.
Qualidade ou sentimento de indivíduo racista; atitude preconceituosa ou discriminatória em relação a indivíduo(s) considerado(s) de outra raça.

Fonte - texto : http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20061201164806AAXJzQG
Postado por : Mariana