postado por:emilaynnesexta-feira, 9 de novembro de 2007
PRECONCEITO SOCIAL !!!
É uma atitude ou idéia formada antecipadamente e sem qualquer fundamento.
O preconceito é um juízo desfavorável em relação a vários objetos sociais
que podem ser pessoas, culturas. O preconceito social também existe quando julgamos as pessoas por atitudes e logo enfatizamos que a mesma só a teve por ser de certa classe social,
ou seja se a pessoa tem uma boa condição financeira ela não vai sofrer nenhum tipo de preconceito social,seria mais fácil ela ter preconceito para com as outras pessoas.
Ter dinheiro ajuda a pessoa a ter uma excelente educação, mas pobreza não significa ignorância, muitas pessoas pobres "subiram na vida", ou seja, conseguiram realizar seus sonhos, é uma questão de determinação.Nós todos somos iguais!
Ter dinheiro ajuda a pessoa a ter uma excelente educação, mas pobreza não significa ignorância, muitas pessoas pobres "subiram na vida", ou seja, conseguiram realizar seus sonhos, é uma questão de determinação.Nós todos somos iguais!
retirado de:
"http://pt.wikipedia.org/wiki/Preconceito_social"
Autor:desconhecido
postado por:emilaynne
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
PRECONCEITO
O preconceito é uma das coisas que mais ocorre hoje mo mundo.
Eu não acho serto jugarem as pessoas por cor de pele ou pelo
seu estado financeiro,mais sim pelo que a pessoa é,além da bela
cor negra,não significa que a pessoa seja diferente ,ela é comum
como qualquer outra pessoa.
Não devemos jugar as pessoas pelo que ela tem,mas sim pelo
que ela é em seu interior,e pelo que tem em seu coração e em
sua cabeça.
Eu acho que podemos melhorar isso,respeitando um negro
como qualquer outra pessoa,no final somos todos iguais e hunamos.
POSTADO POR:EMILAYNNE
AUTOR:EMILAYNNE
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Preconceito Racial??Tá por fora!
http://renaseveados.weblog.com.pt/arquivo/children_on_potties_big.jpg
Creio que todos nós somos preconceituosos e recebemos preconceitos de outros em menor ou maior grau dependendo do assunto. Eles estão presentes no nosso cotidiano e se manifestam das mais diferentes maneiras: seja por causa da raça, da condição sócio-econômica, da religião, questões culturais, aparência física, sexualidade, por ter um gosto diferente ou por quaisquer outros motivos.Não somos perfeitos, isso não compete a nós. Somente com um maior entendimento de nós mesmos, podemos perceber que muitos dos preconceitos que sofremos estão em nós mesmos e dessa forma podemos lidar melhor com isso.Respeitar o semelhante e compreender que cada pessoa é diferente também diminui o preconceito. Respeito às diferenças e amor ao próximo, essas são as palavras de uma convivência mais harmoniosa entre as pessoas.
"O ser humano é dotado de raciocínio. Tem a capacidade de armazenar informações, cruzá-las, analisá-las e formular opiniões. Conceitos.O ser humano é coletivo. Necessita da convivência com o próximo. Necessita saber que pode contar com alguém.O ser humano é heterogêneo. Possui suas individualidades físicas, emocionais, espirituais e intelectuais. E são justamente estas que formam esse alguém, o indivíduo, você.
Creio que todos nós somos preconceituosos e recebemos preconceitos de outros em menor ou maior grau dependendo do assunto. Eles estão presentes no nosso cotidiano e se manifestam das mais diferentes maneiras: seja por causa da raça, da condição sócio-econômica, da religião, questões culturais, aparência física, sexualidade, por ter um gosto diferente ou por quaisquer outros motivos.Não somos perfeitos, isso não compete a nós. Somente com um maior entendimento de nós mesmos, podemos perceber que muitos dos preconceitos que sofremos estão em nós mesmos e dessa forma podemos lidar melhor com isso.Respeitar o semelhante e compreender que cada pessoa é diferente também diminui o preconceito. Respeito às diferenças e amor ao próximo, essas são as palavras de uma convivência mais harmoniosa entre as pessoas."O ser humano é dotado de raciocínio. Tem a capacidade de armazenar informações, cruzá-las, analisá-las e formular opiniões. Conceitos.O ser humano é coletivo. Necessita da convivência com o próximo. Necessita saber que pode contar com alguém.O ser humano é heterogêneo. Possui suas individualidades físicas, emocionais, espirituais e intelectuais. E são justamente estas que formam esse alguém, o indivíduo, você.
terça-feira, 6 de novembro de 2007
O que é preconceito e a origem dos preconceitos
O que é preconceito e a origem dos preconceitos
A complexidade da real origem dos preconceitos é uma das grandes dificuldades que o ser humano enfrenta para entender como respeitar e amar o próximo de forma objetiva e sensata.
Embora esse assunto ainda seja pouco comentado, os preconceitos podem ser divididos em dois segmentos: um segmento é maléfico à sociedade e o outro benéfico. O segmento maléfico é constituído de preconceitos que resultam em injustiças, e que são baseados unicamente nas aparências e na empatia. Já o segmento benéfico é constituído de preconceitos que estabelecem a prudência e são baseados em estatísticas reais, nos ensinamentos de Deus ou no instinto humano de autoproteção. Em geral, os preconceitos benéficos são contra doenças contagiosas, imoralidades, comportamentos degradantes, pessoas violentas, drogados, bêbados, más companhias, etc. Na verdade, é muito difícil definir o limite correto entre preconceito maléfico e preconceito benéfico. Por isso, a liberdade de interpretação pessoal deveria ser sempre respeitada.
É importante entendermos, também, que cultivar o amor ao próximo não significa exterminar preconceitos. Tentar destruir preconceitos à força é cultivar o paganismo e deixar entrar todo tipo de sujeira comportamental na nossa sociedade. No paganismo, (atualmente disfarçado sob o título de “pluralismo” e “laicismo”) tudo é permitido e nada é considerado errado.
Na década de 90, supostos defensores de direitos humanos (agindo como defensores de “anomalias humanas”) deformaram a palavra preconceito, a palavra amor, a palavra cultura e várias outras. Parece que a intenção era confundir o significado destas palavras e abrir caminho para oficializar práticas pagãs na sociedade brasileira. De fato, nos anos seguintes constatamos o aumento do homossexualismo, do feminismo, da infidelidade conjugal, dos rituais satânicos em diversas regiões, da prostituição em diversos níveis e de outros comportamentos degradantes e imorais “justificados” como festivos e culturais.
Infelizmente, uma parte da mídia vem usando uma máscara de amor ao próximo para condenar as discriminações de caráter preventivo e apregoar a indiscriminação total e generalizada. Essas pessoas, de ideais utópicos e estranhos, têm atribuído conotações exclusivamente pejorativas, à palavra preconceito, para desmoralizá-la e destruir seu efeito preventivo (o lado benéfico). No fundo, querem semear “ervas daninhas” em nosso meio e contaminar a nação com hábitos idólatras e pagãos.
Ao contrário do que tais pessoas têm apregoado, tudo o que não devemos fazer, nesta área, é praticar a discriminação injusta e precipitada, contra o nosso próximo, seja ele quem for ou quem quer que aparente ser. No entanto, fazer uso de conceitos concebidos de maneira prévia, porém comprovados estatisticamente ou orientados por Deus (através da Bíblia), é um direito legítimo porque faz parte do nosso sistema de defesa; todo cidadão deve ter a liberdade e o direito de fazê-lo sempre que achar necessário.
Outros Assuntos
Causas da Violência
Amor ao próximo
Preconceitos
Aposentadoria justa
Bem-sucedido
Capitalismo ?
Criacionismo ?
Drogas, Causas
Prevenção da Aids
Desemprego
Inflação/Economia
Seguro-desemprego
Justiça Social
Liberdades na TV
Democracia
Eleições e Política
Censura na TV
Feminismo
Paganismo
Pai-Nosso
Religião
Protestantes
A estrutura biológica humana também faz uso de preconceitos (de anticorpos) para se defender de vírus e bactérias caracterizados como nocivos. Em geral, os anticorpos repudiam tais invasores antes que se multipliquem e contaminem todo o corpo (um efeito preventivo de origem natural). A medicina avançada também produz vacinas artificiais para desenvolver preconceitos biológicos (do sarampo, da poliomielite, do tétano e de várias outras doenças consideradas infecto-contagiosas). O objetivo é deixar o sistema imunológico preparado para quando o vírus nocivo chegar, o corpo, já vacinado (previamente avisado), esteja prevenido e se defenda antes que o vírus se multiplique e cause maiores problemas. Portanto, o preconceito por si só não é sinônimo de subdesenvolvimento. Na verdade, quando bem usado é sinônimo de prevenção e de prudência. A maioria dos povos civilizados e prósperos desenvolveu-se fazendo separação entre o certo e o errado e o bem e o mal. E, o preconceito, quando fundamentado em experiências reais ou nos ensinamentos de Deus, é um método preventivo que se antecipa ao erro e ao mal evitando a disseminação de maus hábitos e a conseqüente destruição da sociedade.
Se desejamos combater o preconceito injusto e a discriminação indevida, a solução não é impor igualdade mascarada e fictícia por intermédio de leis. A solução é admitir e esclarecer as diferenças, as aparências e as realidades para que o sistema de defesa humano as compreenda e não rejeite o que for normal e saudável. Tentar impor qualquer tipo de igualdade, por força de lei, é semear a falsidade, a hipocrisia, o desrespeito e, por conseqüência, a violência. Amar, não é simplesmente compreender, tolerar e querer bem ao próximo. Amar o próximo é também ter a coragem de repreendê-lo para que se torne bem-sucedido como ser humano e cidadão.
Já é hora de o brasileiro compreender que a liberdade pacífica, de praticar o justo e fundamentado preconceito (o benéfico), é mais útil a uma nação do que a proibição de usar a intuição humana e o prévio conceito como medida preventiva. Só as pessoas inconseqüentes, ou muito inocentes, é que entendem que devemos considerar todo mundo em igualdade absoluta e irrestrita (sejam sadios, doentes, crianças, homens, mulheres, gays, lésbicas, estupradores, prostitutas, gente de bem, ladrões, aidéticos, etc.). No entanto, as pessoas sensatas e equilibradas, que se preocupam com o futuro da humanidade e que sabem dosar o amor com a disciplina, enxergam a necessidade da moderação nestas questões. Na verdade, precisamos respeitar o comportamento de cada pessoa segundo seu merecimento individual. Temos que levar em conta o risco de boa ou de má influência que cada pessoa ofereça.
A complexidade da real origem dos preconceitos é uma das grandes dificuldades que o ser humano enfrenta para entender como respeitar e amar o próximo de forma objetiva e sensata.
Embora esse assunto ainda seja pouco comentado, os preconceitos podem ser divididos em dois segmentos: um segmento é maléfico à sociedade e o outro benéfico. O segmento maléfico é constituído de preconceitos que resultam em injustiças, e que são baseados unicamente nas aparências e na empatia. Já o segmento benéfico é constituído de preconceitos que estabelecem a prudência e são baseados em estatísticas reais, nos ensinamentos de Deus ou no instinto humano de autoproteção. Em geral, os preconceitos benéficos são contra doenças contagiosas, imoralidades, comportamentos degradantes, pessoas violentas, drogados, bêbados, más companhias, etc. Na verdade, é muito difícil definir o limite correto entre preconceito maléfico e preconceito benéfico. Por isso, a liberdade de interpretação pessoal deveria ser sempre respeitada.
É importante entendermos, também, que cultivar o amor ao próximo não significa exterminar preconceitos. Tentar destruir preconceitos à força é cultivar o paganismo e deixar entrar todo tipo de sujeira comportamental na nossa sociedade. No paganismo, (atualmente disfarçado sob o título de “pluralismo” e “laicismo”) tudo é permitido e nada é considerado errado.
Na década de 90, supostos defensores de direitos humanos (agindo como defensores de “anomalias humanas”) deformaram a palavra preconceito, a palavra amor, a palavra cultura e várias outras. Parece que a intenção era confundir o significado destas palavras e abrir caminho para oficializar práticas pagãs na sociedade brasileira. De fato, nos anos seguintes constatamos o aumento do homossexualismo, do feminismo, da infidelidade conjugal, dos rituais satânicos em diversas regiões, da prostituição em diversos níveis e de outros comportamentos degradantes e imorais “justificados” como festivos e culturais.
Infelizmente, uma parte da mídia vem usando uma máscara de amor ao próximo para condenar as discriminações de caráter preventivo e apregoar a indiscriminação total e generalizada. Essas pessoas, de ideais utópicos e estranhos, têm atribuído conotações exclusivamente pejorativas, à palavra preconceito, para desmoralizá-la e destruir seu efeito preventivo (o lado benéfico). No fundo, querem semear “ervas daninhas” em nosso meio e contaminar a nação com hábitos idólatras e pagãos.
Ao contrário do que tais pessoas têm apregoado, tudo o que não devemos fazer, nesta área, é praticar a discriminação injusta e precipitada, contra o nosso próximo, seja ele quem for ou quem quer que aparente ser. No entanto, fazer uso de conceitos concebidos de maneira prévia, porém comprovados estatisticamente ou orientados por Deus (através da Bíblia), é um direito legítimo porque faz parte do nosso sistema de defesa; todo cidadão deve ter a liberdade e o direito de fazê-lo sempre que achar necessário.
Outros Assuntos
Causas da Violência
Amor ao próximo
Preconceitos
Aposentadoria justa
Bem-sucedido
Capitalismo ?
Criacionismo ?
Drogas, Causas
Prevenção da Aids
Desemprego
Inflação/Economia
Seguro-desemprego
Justiça Social
Liberdades na TV
Democracia
Eleições e Política
Censura na TV
Feminismo
Paganismo
Pai-Nosso
Religião
Protestantes
A estrutura biológica humana também faz uso de preconceitos (de anticorpos) para se defender de vírus e bactérias caracterizados como nocivos. Em geral, os anticorpos repudiam tais invasores antes que se multipliquem e contaminem todo o corpo (um efeito preventivo de origem natural). A medicina avançada também produz vacinas artificiais para desenvolver preconceitos biológicos (do sarampo, da poliomielite, do tétano e de várias outras doenças consideradas infecto-contagiosas). O objetivo é deixar o sistema imunológico preparado para quando o vírus nocivo chegar, o corpo, já vacinado (previamente avisado), esteja prevenido e se defenda antes que o vírus se multiplique e cause maiores problemas. Portanto, o preconceito por si só não é sinônimo de subdesenvolvimento. Na verdade, quando bem usado é sinônimo de prevenção e de prudência. A maioria dos povos civilizados e prósperos desenvolveu-se fazendo separação entre o certo e o errado e o bem e o mal. E, o preconceito, quando fundamentado em experiências reais ou nos ensinamentos de Deus, é um método preventivo que se antecipa ao erro e ao mal evitando a disseminação de maus hábitos e a conseqüente destruição da sociedade.
Se desejamos combater o preconceito injusto e a discriminação indevida, a solução não é impor igualdade mascarada e fictícia por intermédio de leis. A solução é admitir e esclarecer as diferenças, as aparências e as realidades para que o sistema de defesa humano as compreenda e não rejeite o que for normal e saudável. Tentar impor qualquer tipo de igualdade, por força de lei, é semear a falsidade, a hipocrisia, o desrespeito e, por conseqüência, a violência. Amar, não é simplesmente compreender, tolerar e querer bem ao próximo. Amar o próximo é também ter a coragem de repreendê-lo para que se torne bem-sucedido como ser humano e cidadão.
Já é hora de o brasileiro compreender que a liberdade pacífica, de praticar o justo e fundamentado preconceito (o benéfico), é mais útil a uma nação do que a proibição de usar a intuição humana e o prévio conceito como medida preventiva. Só as pessoas inconseqüentes, ou muito inocentes, é que entendem que devemos considerar todo mundo em igualdade absoluta e irrestrita (sejam sadios, doentes, crianças, homens, mulheres, gays, lésbicas, estupradores, prostitutas, gente de bem, ladrões, aidéticos, etc.). No entanto, as pessoas sensatas e equilibradas, que se preocupam com o futuro da humanidade e que sabem dosar o amor com a disciplina, enxergam a necessidade da moderação nestas questões. Na verdade, precisamos respeitar o comportamento de cada pessoa segundo seu merecimento individual. Temos que levar em conta o risco de boa ou de má influência que cada pessoa ofereça.
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